quinta-feira, 14 de abril de 2011

o "tempo" nem sempre está do nosso lado. daí, nem sempre se cumpre o rigor da actualização a "tempo e horas" - aqui fica o pedido de perdão

Chocolate



É uma das poucas adaptações de obras literárias para cinema que não me desiludiu. Para quem - como eu - aprecia a escrita de Joanne Harris, que nos transporta sempre para cenários ricos em sabores e aromas intensos, habitados por personagens e histórias cativantes, o filme “Chocolate” consegue criar uma atmosfera mágica que se assemelha ao imaginário das páginas lidas (devoradas).

R.R.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

a crónica de RR sobre "Emmanuelle"...

“Emmanuelle” um filme de “rodinha vermelha”… em 1974.


O erotismo das cenas não possui o extraordinário efeito que obteve aquando da sua estreia por estas terras lusitanas (na altura um ícone dos filmes eróticos).

A história (não é uma boa história)… que me desculpem os que pensam de forma diferente!

RR

obrigada pelo envio e pela generosidade A.

Na onda do erotismo

Esse corpo monumento
Nem todo deves mostrar
Deixa o desejo de explorar

Mostrar tudo, não é certo
Podes mesmo acreditar
Há vontade escondida
No que ficou por mostrar

Com mais simples engenho
Na arte de bem teatrar
Por certo não te arrependes
Do melhor saber guardar

Chegou a vez, cai o pano
Fim da cena que criaste
Nesse dia que se impõe
A mostrar como nasceste
Explodem os sentidos
Numa onda de calor
Assim tudo é "tua praia"
Nem te lembras do pudor

Anyta
22MAR2011 

assino por baixo... o que dirá Marta Crawfort!!!! Fica em suspenso até à sua vinda (a Marta...)

Dr. Ruth, a mulher que durante décadas ensinou sexualidade na TV norte-americana, do alto dos seus animados oitenta e muitos anos:
«Gosto destas roupas porque são FUN e as pessoas sentem-se bem dentro delas. E quando as pessoas se sentem bem fazem bom sexo».

Está dito...

apetece concordar sem mais...

«Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.»

Séneca, escritor e intelectual do império romano 

quarta-feira, 30 de março de 2011

sobre "Africa Minha" Mário Augusto disse...

África Minha



É uma grande história de amor que usa com um encanto surpreendente as paisagens do Quénia que alinham na perfeição com a Música de John Williams. Um drama biográfico, produzido e dirigido por Sydney Pollack, que Meryl Streep e Robert Redford desempenham numa química perfeita.


O argumento é baseado no livro autobiográfico de Isak Dinesen (pseudônimo de Karen Blixen) publicado em Londres em 1937.


A história real da baronesa dinamarquesa Karen von Blixen-Finecke, uma mulher apaixonada por África e pelas suas gentes. Independente e forte, ela chega a África no inicio do século XX para gerir e controlar os investimentos ruinosos do marido numa plantação de café. Só e a viver um casamento de conveniência, Karen Blixen apaixona-se pelo misterioso caçador Denys Finch Hatton, vivendo uma paixão que em cinema tem momentos únicos e eternos, como a famosa cena do passeio de avião ou o acampamento onde no meio da natureza selvagem se ouve uma grafonola a tocar Beethoven.


O filme ganhou 7 óscares da academia entre eles melhor filme e melhor realizador. É um daqueles casos que ao ouvir os primeiros acordes da banda sonora, todos associam às imagens de África Minha.

já é oficial... temos a crónica de cinema pela mão da RR

A primeira vez que vi “África Minha” não terá sido em 1985, mas seguramente foi à mais de dez anos… permanece em mim a certeza (apesar do tempo passar e outros preencherem o imaginário) de ser um dos mais belos filmes. Revi, revivi, reencontrei… permanece a certeza… confirma a impressão… é um filme intemporal.


… simplesmente maravilhoso!

RR