“Emmanuelle” um filme de “rodinha vermelha”… em 1974.
O erotismo das cenas não possui o extraordinário efeito que obteve aquando da sua estreia por estas terras lusitanas (na altura um ícone dos filmes eróticos).
A história (não é uma boa história)… que me desculpem os que pensam de forma diferente!
RR
sexta-feira, 1 de abril de 2011
obrigada pelo envio e pela generosidade A.
Na onda do erotismo
Esse corpo monumento
Nem todo deves mostrar
Deixa o desejo de explorar
Mostrar tudo, não é certo
Podes mesmo acreditar
Há vontade escondida
No que ficou por mostrar
Com mais simples engenho
Na arte de bem teatrar
Por certo não te arrependes
Do melhor saber guardar
Chegou a vez, cai o pano
Fim da cena que criaste
Nesse dia que se impõe
A mostrar como nasceste
Explodem os sentidos
Numa onda de calor
Assim tudo é "tua praia"
Nem te lembras do pudor
Anyta
22MAR2011
Esse corpo monumento
Nem todo deves mostrar
Deixa o desejo de explorar
Mostrar tudo, não é certo
Podes mesmo acreditar
Há vontade escondida
No que ficou por mostrar
Com mais simples engenho
Na arte de bem teatrar
Por certo não te arrependes
Do melhor saber guardar
Chegou a vez, cai o pano
Fim da cena que criaste
Nesse dia que se impõe
A mostrar como nasceste
Explodem os sentidos
Numa onda de calor
Assim tudo é "tua praia"
Nem te lembras do pudor
Anyta
22MAR2011
assino por baixo... o que dirá Marta Crawfort!!!! Fica em suspenso até à sua vinda (a Marta...)
Dr. Ruth, a mulher que durante décadas ensinou sexualidade na TV norte-americana, do alto dos seus animados oitenta e muitos anos:
«Gosto destas roupas porque são FUN e as pessoas sentem-se bem dentro delas. E quando as pessoas se sentem bem fazem bom sexo».
Está dito...
«Gosto destas roupas porque são FUN e as pessoas sentem-se bem dentro delas. E quando as pessoas se sentem bem fazem bom sexo».
Está dito...
apetece concordar sem mais...
«Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.»
Séneca, escritor e intelectual do império romano
quarta-feira, 30 de março de 2011
sobre "Africa Minha" Mário Augusto disse...
África Minha
É uma grande história de amor que usa com um encanto surpreendente as paisagens do Quénia que alinham na perfeição com a Música de John Williams. Um drama biográfico, produzido e dirigido por Sydney Pollack, que Meryl Streep e Robert Redford desempenham numa química perfeita.
O argumento é baseado no livro autobiográfico de Isak Dinesen (pseudônimo de Karen Blixen) publicado em Londres em 1937.
A história real da baronesa dinamarquesa Karen von Blixen-Finecke, uma mulher apaixonada por África e pelas suas gentes. Independente e forte, ela chega a África no inicio do século XX para gerir e controlar os investimentos ruinosos do marido numa plantação de café. Só e a viver um casamento de conveniência, Karen Blixen apaixona-se pelo misterioso caçador Denys Finch Hatton, vivendo uma paixão que em cinema tem momentos únicos e eternos, como a famosa cena do passeio de avião ou o acampamento onde no meio da natureza selvagem se ouve uma grafonola a tocar Beethoven.
O filme ganhou 7 óscares da academia entre eles melhor filme e melhor realizador. É um daqueles casos que ao ouvir os primeiros acordes da banda sonora, todos associam às imagens de África Minha.
É uma grande história de amor que usa com um encanto surpreendente as paisagens do Quénia que alinham na perfeição com a Música de John Williams. Um drama biográfico, produzido e dirigido por Sydney Pollack, que Meryl Streep e Robert Redford desempenham numa química perfeita.
O argumento é baseado no livro autobiográfico de Isak Dinesen (pseudônimo de Karen Blixen) publicado em Londres em 1937.
A história real da baronesa dinamarquesa Karen von Blixen-Finecke, uma mulher apaixonada por África e pelas suas gentes. Independente e forte, ela chega a África no inicio do século XX para gerir e controlar os investimentos ruinosos do marido numa plantação de café. Só e a viver um casamento de conveniência, Karen Blixen apaixona-se pelo misterioso caçador Denys Finch Hatton, vivendo uma paixão que em cinema tem momentos únicos e eternos, como a famosa cena do passeio de avião ou o acampamento onde no meio da natureza selvagem se ouve uma grafonola a tocar Beethoven.
O filme ganhou 7 óscares da academia entre eles melhor filme e melhor realizador. É um daqueles casos que ao ouvir os primeiros acordes da banda sonora, todos associam às imagens de África Minha.
já é oficial... temos a crónica de cinema pela mão da RR
A primeira vez que vi “África Minha” não terá sido em 1985, mas seguramente foi à mais de dez anos… permanece em mim a certeza (apesar do tempo passar e outros preencherem o imaginário) de ser um dos mais belos filmes. Revi, revivi, reencontrei… permanece a certeza… confirma a impressão… é um filme intemporal.
… simplesmente maravilhoso!
RR
… simplesmente maravilhoso!
RR
terça-feira, 29 de março de 2011
Mário Augusto escreveu (e está no programa geral das iniciativas) sobre Orquídea Selvagem...
Orquídea Selvagem
No género do cinema erótico incluem-se produções de grande impacto, cujos méritos principais estão na abordagem do tema mas acima de tudo na envolvência, na imagem e no encanto e capacidade de fazer sonhar das actrizes que se entregam à personagem intensamente. Terá sido o que aconteceu com este filme. Carré Otis depois da rodagem acabaria casada com o protagonista Mickey Rourke. O casamento não durou mais do que cinco anos, a carreira dela durou apenas 3 filmes, mesmo assim ela transpira erotismo neste filme qu tenta tirar promoção do actor que marcou 9 semanas e meia.
É a história de uma bela jovem que numa viagem de negócios, conhece o charmoso Weeler, um homem enigmático, que a envolve num estranho jogo de sedução.
No género do cinema erótico incluem-se produções de grande impacto, cujos méritos principais estão na abordagem do tema mas acima de tudo na envolvência, na imagem e no encanto e capacidade de fazer sonhar das actrizes que se entregam à personagem intensamente. Terá sido o que aconteceu com este filme. Carré Otis depois da rodagem acabaria casada com o protagonista Mickey Rourke. O casamento não durou mais do que cinco anos, a carreira dela durou apenas 3 filmes, mesmo assim ela transpira erotismo neste filme qu tenta tirar promoção do actor que marcou 9 semanas e meia.
É a história de uma bela jovem que numa viagem de negócios, conhece o charmoso Weeler, um homem enigmático, que a envolve num estranho jogo de sedução.
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